sábado, 27 de setembro de 2014

EASTER EGG - Surpresas

muito bom !

uma vez me perguntaram sobre EASTER EGGs
conhecia do Office... 97 ... véio não w
e essas ...
http://tecnologia.terra.com.br/internet/conheca-10-easter-eggs-escondidos-no-buscador-do-google,799341547d738410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Mestre da "zueira", o buscador que completa 16 anos neste sábado esconde alguns truques e brincadeiras. Descubra como encontrar cada um deles

O Google é mestre em auxiliar na busca por informações importantes e sérias, mas ele também é o parceiro preferido de todo internauta na hora de procurar alguma besteira na internet. O que nem todo mundo sabe é que o próprio Google é o mestre da "zueira". 
No aniversário de 16 anos do nosso querido buscador, selecionamos 10 easter eggs - segredos escondidos - que o buscador do Google carrega consigo e que nem todo mundo conhece. 

1. Entortando sua pesquisa

Em inglês, a expressão "tilt" - bastante conhecida por quem joga videogames - é usada quando acontece algum erro. Se você procurar por essa palavra ou pela palavra "askew" (em português, torto) no Google, não se assuste com o que acontece na busca.
Foto: Reprodução/Google

2. Loopping completo

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Se entortar a pesquisa não foi o suficiente para você, que tal uma volta de 360º? Inspiradas no clássico jogo Star Fox 64", as expressões "do a barrel roll" ou “z or r twice" dão início a um looping completo do buscador. Pode testar!
Foto: Reprodução/Google

3. Dando 'bug' no sistema

Você sabe o que significa a palavra "recursividade"? É um termo genérico usado com o intuito de descrever algum processo de repetição. O Google usou a ferramenta "você quis dizer" para brincar com essa palavra. A busca pode ser feita em português ou em inglês.
Foto: Reprodução/Google

4. A resposta dos nerds

Quase todos os nerds já leram algum dos livros da série "O Guia dos Mochileiros da Galáxia". Nesta coleção de Douglas Adams, existe uma teoria que defende que o número 42 é a resposta para todas as perguntas do universo. O Google concorda com o autor. Para confirmar isso, basta procurar no buscador a expressão "whats the answer to life the universe and everything".
Foto: Reprodução/Google

5. Desabamento no Google

Depois de entortar a pesquisa e de virar a tela em 360º, os internautas podem ainda "tirar o chão" do buscador. Digitando a expressão "google gravity" no buscador e clicando em "estou com sorte", você vai ver um pequeno desabamento acontecer em seu monitor.
Foto: Youtube/Terra

6. Iracema x América

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Anagrama é uma palavra ou uma expressão que pode ser gerada com as mesmas letras de outras palavras ou expressões. Quer entender melhor? Dá uma "googada" nessa palavra e veja o que o Google sugere na ferramenta "você quis dizer".
Foto: Reprodução/Google

7. Chuva de letrinhas

Em mais uma homenagem nerd, o Google relembra o jogo "StarCraft II" quando o usuário busca a expressão "zerg rush". Os resultados são envolvidos por uma invasão de letras e o internauta deve clicar em cada uma delas para salvar sua pesquisa. Ao final do jogo, o termo GG (good game, conhecida pelos jogadores de StarCraft) aparece na tela, em alusão ao símbolo do Google. Confira aqui!
Foto: Reprodução/Google

8. Traz a pesquisa que 'pixca' 

Mais um easter egg do Google é encontrado quando o usuário digita a expressão "blink html" no buscador. Em português, a palavra "blink" significa "piscar". Faça a busca e confira o resultado.
Foto: Reprodução/Facebook

9. Para os fanfarrões

Se você é do tipo que adora tirar sarro dos amigos, mas não conhece esse segredo do Google, você não "sabe de nada, inocente". A ferramenta "let me google that for you" ("deixe que eu Google isso para você", em português) foi feita para quem quiser se livrar daquele amigo chato que tem preguiça de fazer pesquisas e pergunta tudo.
A ferramenta funciona assim: o internauta digita a palavra que quer pesquisar e, após clicar no botão indicado, o buscador gera um link que faz a busca sozinho. Teste aqui.
Foto: Reprodução/Google

10. E a 'zueira' não tem fim \o/

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Por fim, que tal pesquisar a expressão "atari breakout" no Google Imagens e relembrar um dos antigos jogos de videogame mais viciantes do mundo? Google, parabéns! Você é o mestre da "zueira"!
Foto: Reprodução/Google

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Como sempre digo... tem louco para tudo....acredite!

Você seria capaz disso ?

abs
Marcelo

http://computerworld.com.br/tecnologia/2014/09/17/depois-do-byod-vem-ai-o-wyod-para-desafiar-a-ti/

TECNOLOGIA

Depois do BYOD, vem aí o WYOD para desafiar a TI

Fenômeno do “vista o seu próprio dispositivo” (Wear Your Own Device), exige planejamento para evitar que as redes corporativas fiquem lentas.

DA REDAÇÃO, COM IDG NEWS SERVICE

17 de setembro de 2014 - 08h50
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As empresas precisam de planejar desde o início a tendência do “vista o seu próprio dispositivo” (Wear Your Own Device ou WYOD), especialmente após o lançamento do Apple Watch.
O alerta é da empresa Ipswitch, que vê no Apple Watch o desenvolvimento mais significativo até agora para a adoção generalizada da tecnologia “wearable”.
A empresa argumenta que as redes corporativas virão a ficar sob pressão e a ficarão mais lentas à medida que os empregados começaram a ligar os seus dispositivos portáteis e relógios eletrônicos.
“Muito poucas [empresas] estão preparadas para o impacto que esses dispositivos vão ter na rede corporativa”, disse Austin O’Malley, director de produtos da Ipswitch. “Mesmo os setores de saúde e fitness, ‘early adopters’ mais aclamados da tecnologia ‘wearable’, estão despreparados para o poderoso lançamento da Apple nos dispositivos ‘wearable’”.
“Se o CIO pensa que a BYOD causou dores de cabeça ao departamento de TI, então pense novamente e pense rápido”, disse O’Malley. “o WYOD está prestes a descolar. No início de 2015, a tecnologia ‘wearable’ será comum em todas as empresas e em todas as organizações”.
É difícil avaliar se os smartwatches serão populares entre os usuários corporativos, muito menos entre os profissionais de TI que precisarão proteger os dados presentes neles.
Um uso potencial dos smartwatches nos negócios é  a emissão de alertas rápidos para os usuários, que não precisarão procurar pelo smartphone na bolsa ou bolso. Um corretor da bolsa de valores, por exemplo, poderia receber um alerta quando um estoque atingisse um determinado preço, ou um médico saberia quando a condição de determinado paciente passasse para crítica.
Os dois exemplos equiparam os smartwatches com os pagers pessoais da década de 1980, que se tornaram muito populares entre os médicos e corretores. E com vantagens (leia também "Smartwatches no trabalho: benção ou maldição para a TI?").
E a demonstração do Apple Watch comprovou que o relógio inteligente pode vir a ser uma maneira fácil de receber e responder mensagens e obter direções de tráfego, enquanto estamos ocupados com outras tarefas.
"Se esses dispositivos vão tocar as redes corporativas, de uma forma ou de outra, eles  dizem respeito aos profissionais de TI", alerta o analista do IDC, Will Stofega. "Os profissionais de TI terão que se envolver. Caso contrário, serão alvos fáceis", completa.
Bluetooth e a segurança
Além disso, é consenso entre os analistas que os smartwatches estarão conectados a outros dispositivos através de Bluetooth, a tecnologia sem fio de curta distância fácil de configurar e de usar, mas para a qual "inexiste um protocolo de segurança", explica John Johnson, vice-presidente de pesquisa do IDC para plataformas móveis e conectadas.
O Bluetooth é vulnerável a hacks, ataques de negação de serviço e outras travessuras.
"Se o seu relógio inteligente é compatível com Bluetooth e de alguma forma interage com o seu smartphone, é propenso a ataques, como phishing ou qualquer outra coisa", diz Stofega.
De acordo com um estudo do Gartner, grande parte dos recursos de segurança do Bluetooth é opcional, de forma que os especialistas de rede deveriam começar a estabelecer políticas para lidar com ele.
Um elemento-chave para garantir a segurança dos dados trafegados entre a rede wireless seria a adoção de autenticações de links de segurança. Isso porque os dispositivos equipados com a tecnologia disponíveis no mercado não exigem que esse recurso esteja ativado. O resultado: dados corporativos podem ser acessados através de uma conexão Bluetooth, caso os dispositivos não sejam protegidos. 
Uma vez que os desenvolvedores começam a construir aplicativos para o Apple Watch e seus concorrentes Google Wear, haverá aplicações de negócios que os consumidores vão querer usar.
Johnson acredita que o Google e Apple estão vendo fortes sinergias entre a sua atividade principal e os  smartwatches.
"Para uma empresa como o Google, o objetivo é trazer à tona a informação relativa ao contexto de uma forma muito intuitiva", diz ele. "O smartwatch não vive na sua bolsa e não vive em seu bolso, por isso tem o potencial de ser muito mais ativo". O que levanta outro risco cobsiderável para os profissionais de TI.
"E sempre que dados sensíveis puderem ser exibidos de forma aberta, haverá uma preocupação de segurança", diz Ben Bajarin, analista de tecnologia de consumo na Creative. "A natureza do conteúdo acessado a partir desses dispositivos vai ditar o nível de preocupação."
Para as empresas, Bajarin diz que "não há muito o que pensar sobre a segurança de smartwatches". Em vez de ignorar os smartwatches, Bajarin antecipa que os profissionais de segurança deverão se preocupar em desenvolver uma abordagem  MDM para esses novos dispositivos pessoais.
"Acredito que muitas dessas questões serão tratadas da mesma forma que o pessoal de segurança trata as informações disponíveis nos smartphones hoje - limpeza remota, log-in seguro, criptografia, etc", diz ele.
Para facilitar a vida dos profissionais de TI, o Gartner está encorajando os associados ao Bluetooth Special Interest Group (SIG), grupo responsável pelo desenvolvimento do Bluetooth, a criar um modelo de segurança para o mercado corporativo.
Uma das soluções seria oferecer diferentes níveis de autenticação que poderiam variar de acordo com a aplicação utilizada. Uma outra tática seria a de conscientizar os funcionários a empregar práticas de segurança e configurar os dispositivos de forma adequada.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Aprendendo de forma online

Recebi esta semana dois links interessantes para repassar aos meus alunos.

segue para aprimorar o conhecimento e claro aprender de forma online

bons estudos a todos e boa semana

At Prof Marcelo Fontana

estudos online 300x208 Cursos Inglês Online   Sites, Escolas e Vantagens cursos de idiomas Cursos Inglês Online   Sites, Escolas e Vantagens
segue...

inglês > https://www.duolingo.com/


Muito interessante para iniciação em programação.

http://www.anodocodigo.org.br/



Cursos em geral  :

http://www.oficinadofuturo.com.br/

até mais....

sábado, 16 de agosto de 2014

Segurança e Gatos.... essa foi boa....gato descobre redes WIFI

Essa foi boa....
a ideia foi ótima, o rapaz pegou o pobre gatinho dele e mandou perambular redondezas da vizinhança para descobrir redes WIFI descobertas...e já colocava uma micro câmera junto!

segue reportagem

http://olhardigital.uol.com.br/noticia/especialista-usa-gato-para-descobrir-redes-wi-fi-vulneraveis/43504

Especialista usa gato para descobrir redes Wi-Fi vulneráveis

Por Redação Olhar Digital - em 08/08/2014 às 20h00
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  • Segurança
  • Wi-Fi


 Share7  

Um especialista em segurança desenvolveu uma técnica curiosa de encontrar redes Wi-Fi sem proteção adequada. Gene Bransfield usou um gato para mapear as redes desprotegidas dos vizinhos, modificando uma coleira com uma placa Wi-Fi, um pequeno GPS, uma bateria e um firmware customizado.
Feito isso, o único trabalho restante era deixar o gato fazer o que ele já faz naturalmente, que é passear pela vizinhança. Ao passar perto de alguma rede Wi-Fi, o sistema reconhece se ela tem alguma proteção decente, se utiliza ainda a velha e insegura criptografia WEP ou se ela está totalmente liberada para possíveis ataques.
A técnica é uma versão mais preguiçosa (ou prática, se preferir) do “wardriving”, que consiste em dirigir pelas ruas com uma antena capaz de captar sinais de rede sem fio para tentar identificar redes vulneráveis.
Para quem está se perguntando, a resposta é sim: a técnica de Bransfield, chamada de “WarKitteh”, deu resultados. Com algum tempo de passeio na rua, o gatinho retornou com as informações de quatro roteadores utilizando criptografia WEP e outras quatro redes totalmente desprotegidas.
Bransfield apresentou sua ideia durante a DefCon, conferência de hackers. Ele diz que sua ideia não era realmente transformar o gato em uma arma no cibercrime, nem criar um mapa do Wi-Fi gratuito, mas nada mais do que uma brincadeira porque a ideia de colocar alguma tecnologia em um gato e deixá-lo andar por aí o divertia. “No entanto, o resultado desta pesquisa mostra que há muito mais hotspots abertos e com criptografia WEP do que deveria existir em 2014”, afirma ele.
Via Wired

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

REDES e as novas tecnologias

Ontem um aluno me perguntou dai compartilho

segue sobre redes sem fio

fonte : http://www.tecmundo.com.br/wi-fi/23964-wi-fi-802-11ac-as-redes-sem-fio-de-alta-velocidade-vem-ai.htm

Novo padrão AC

http://www.tecmundo.com.br/wi-fi/23964-wi-fi-802-11ac-as-redes-sem-fio-de-alta-velocidade-vem-ai.htm

http://youtu.be/ACWrtAKkloI

Wi-Fi 802.11ac: as redes sem fio de alta velocidade vêm aí

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Há quinze anos, surgiu o primeiro esboço do que seria uma conexão de rede sem fio. De lá para cá, passamos por diversas modificações de padrão. Mudanças de velocidade, ampliação no alcance do sinal e melhorias em segurança foram algumas das principais novidades que tornaram as tecnologias Wi-Fi tão populares e essenciais.
Hoje, o padrão 802.11n impera na grande maioria dos dispositivos. Mas claro que não paramos no tempo, fato comprovado pelo lançamento dos primeiros dispositivos com a tecnologia 802.11ac. São as redes Gigabit que agora ganham a liberdade do wireless. Neste artigo, vamos explorar as principais mudanças que a quinta geração sem fio vai oferecer.

Aumento substancial em velocidade

Como em toda mudança de padrão, a primeira alteração diz respeito à taxa de transferência. Segundo informação da Netgear, a nova tecnologia wireless garante “velocidade” de até 1.300 Mbps na frequência de 5 GHz, ou seja, mais do que o dobro da atual especificação que garante produtos operando a até 600 Mbps.
As redes Wi-Fi capacitadas para trabalhar com o padrão 802.11ac não operam na frequência de 2,4 GHz. Contudo, os dispositivos com a nova tecnologia são compatíveis com redes 802.11n, possibilitando transferências de dados de até 450 Mbps.
Com tais melhorias, os novos aparelhos roteadores e receptores podem trocar dados para a transmissão de vídeos em Full HD e com tecnologia 3D. Segundo o site da Netgear, os primeiros aparelhos com a nova especificação podem realizar múltiplas conexões de alta velocidade para transferir esse tipo de conteúdo.

Sinal amplificado e inteligente

As fabricantes que já anunciaram roteadores com o novo padrão garantem que um dos principais diferenciais da tecnologia é o alcance do sinal. Em teoria, os novos aparelhos podem realizar transmissões para computadores ou outros aparelhos que estejam a até 200 metros de distância. Veja um gráfico proposto pelo site 5G Wi-Fi que compara as velocidades e os alcances dos padrões:
(Fonte da imagem: Reprodução/5G Wi-Fi)
Todavia, o destaque não é a cobertura do sinal, mas a qualidade com que ele é transmitido. Segundo a informação do site 5G Wi-Fi, uma pessoa que esteja a 30 metros distância do roteador receberá dados da mesma forma que alguém que esteja próximo ao aparelho transmissor.
Além disso, o padrão 802.11ac tem uma forma de transmissão inteligente. Em vez de propagar as ondas de modo uniforme para todas as direções, os roteadores wireless reforçam o sinal para os locais onde há computadores conectados. É a tecnologia Beamforming, desenvolvida pela Wavion, que garante comunicação direta entre os dispositivos da rede.
(Fonte da imagem: Reprodução/Netgear)
Vale lembrar ainda que a nova especificação deve reduzir os problemas de pontos mortos, ou seja, locais que antes não recebiam sinal devido ao grande número de barreiras, agora, podem servir como lugares para acesso à web. Não há muitos detalhes quanto ao funcionamento nesse aspecto, mas tudo indica que o reforço de sinal será responsável pela melhoria.

A evolução do padrão

Quando consultamos os sites da Buffalo Tech, da Netgear, da D-Link e da Belkin, encontramos informações sobre suporte total para transmissão a 1,3 Gbps. Portanto, não deve haver nada de Draft (compatibilidade razoável com a especificação) no lançamento.
Os primeiros roteadores compatíveis com a especificação 802.11ac devem chegar ainda este ano. A Netgear, por exemplo, promete que o roteador R6300 vai ser lançado até o fim de maio. Contudo, assim como ocorreu em ocasiões anteriores, os primeiros dispositivos podem não oferecer todos os recursos prometidos ou oferecer redução de qualidade do sinal.
Quanto aos preços, não há como esperar dispositivos de baixo custo. O modelo da Netgear, citado acima, chega às prateleiras custando US$ 199,99. Outros aparelhos devem seguir a mesma faixa de preço. Por ora, não há previsões de lançamento no Brasil.

O upgrade é válido?

Como o novo padrão ainda não está disponível, não é simples definir se a aquisição da nova tecnologia é algo necessário. Todavia, considerando os recursos oferecidos, podemos dizer que um upgrade às pressas pode ser uma péssima jogada.
Ainda que os roteadores 802.11ac ampliem a qualidade do sinal, a velocidade e eliminem alguns defeitos, a velocidade oferecida não oferece benefícios concretos, visto que a internet brasileira opera com velocidades bem abaixo do que os novos roteadores conseguem transmitir.
(Fonte da imagem: Reprodução/AnandTech)
Além disso, é preciso considerar que somente os aparelhos que vão surgir no segundo semestre serão compatíveis com a nova especificação. Portanto, de nada adianta investir desesperadamente em uma tecnologia que pode não trazer benefícios imediatos. De qualquer forma, vale ficar de olho nos testes e na evolução de mercado para compras futuras.



Redes wireless, parte 4: Antenas e conectores

Carlos E. Morimoto criou 21/jan/2008 às 12h12
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Antenas direcionais

Em seguida temos as antenas direcionais, que além de concentrarem o sinal na vertical, concentram-no também na horizontal, fazendo com que, em vez de um ângulo de 360 graus, o sinal seja concentrado em um ângulo de 90 graus ou menos.
As primeiras em ordem hierárquica são as antenas setoriais, que concentram o sinal em um ângulo de aproximadamente 90 graus, ou seja, um quarto de um círculo completo. Se instaladas no canto de um galpão ou cômodo, elas distribuem o sinal em todo o ambiente, deixando pouco sinal vazar no outro sentido. A maioria das antenas setoriais trabalham com ganho de 12 a 17 dBi. Embora no papel a diferença possa parecer pequena, uma antena de 17 dBi trabalha com uma potência de transmissão pouco mais de 3 vezes maior que uma de 12 dBi.
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Duas variações das antenas setoriais são as patch antennas (antenas de painel) e as round patch antennas (antenas circulares).
As patch antennas são antenas quadradas, que contêm internamente uma folha de metal. Elas trabalham com um ângulo de cobertura mais aberto do que as antenas setoriais, mas em compensação oferecem menos ganho, servindo como uma espécie de meio-termo entre elas e as antenas ominidirecionais:
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As antenas round patch seguem o mesmo princípio, mas são redondas. Devido a isso, elas são muitas vezes instadas no teto (como se fosse um soquete de lâmpada) de forma a irradiar o sinal igualmente por todo o cômodo.
Em seguida temos as antenas yagi, que oferecem um ganho ainda maior, mas em compensação são capazes de cobrir apenas uma pequena área, para a qual são diretamente apontadas (normalmente em um raio de 24 x 30 graus, ou mais estreito). Você pode imaginar que uma antena yagi emite o sinal em um ângulo similar ao de um cone, resultando em um padrão de transmissão similar ao do diagrama abaixo:
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O foco concentrado resulta em um ganho muito maior do que o das antenas setoriais. A maior parte das antenas yagi à venda oferecem ganho de 14 a 19 dBi, mas não é incomum ver antenas com até 24 dBi.
Estas antenas são úteis para cobrir alguma área específica, longe do ponto de acesso, ou interligar duas redes distantes. Usando duas antenas yagi de alto ganho é possível criar links de até 25 km, o que é mais de 150 vezes o alcance inicial.
Para melhores resultados, uma antena deve ficar apontada exatamente para a outra, cada uma no topo de um prédio ou morro, de forma que não exista nenhum obstáculo entre as duas. Em instalações profissionais é usado um laser para fazer um ajuste fino no final da instalação, "mirando" as duas antenas:
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As yagi são também o melhor tipo de antena a usar quando é preciso concentrar o sinal para "furar" um obstáculo entre as duas redes, como, por exemplo, um prédio bem no meio do caminho. Nestes casos a distância atingida será sempre mais curta, naturalmente.
Uma solução muito adotada nestes casos é usar um repetidor instalado em um ponto intermediário, permitindo que o sinal desvie do obstáculo. Existem até mesmo pontos de acesso extremamente robustos, desenvolvidos para uso industrial, que além de um gabinete reforçado utilizam placas solares e baterias, que permitem a eles funcionar de forma inteiramente autônoma:
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A maioria das antenas yagi é coberta por um "tubo", que protege a antena das intempéries e melhora o aspecto visual, mas a antena propriamente dita tem um formato de espinha de peixe. É justamente este formato que permite que o sinal seja tão concentrado:
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As antenas feitas com tubos de batatas Pringles seguem o conceito de funil defletor e se comportam justamente como um tipo de antena yagi de baixo ganho.
Outra dica é que, no caso dos pontos de acesso 801.11b/g com duas antenas, você pode usar uma antena convencional em uma das saídas (para manter o sinal em um raio circular, atendendo aos micros próximos) e usar uma antena yagi na outra, de forma a melhorar a cobertura em algum ponto cego, ou para atender um cliente distante do ponto de acesso. Na verdade, o ponto de acesso transmite o mesmo sinal usando ambas as antenas, simplesmente selecionando a que oferece um sinal de melhor qualidade com relação a cada cliente.
Esta técnica é chamada de "antenna diversity" (variação de antenas) e melhora a qualidade da recepção, prevenindo o aparecimento de pontos cegos. Entretanto, como a segunda antena não é obrigatória, cada vez mais fabricantes optam por produzir pontos de acesso com uma única antena, de forma a cortar custos.
Os pontos de acesso 802.11n, por sua vez, utilizam o MIMO, um sistema mais sofisticado, onde cada uma das antenas transmite um sinal independente e o ponto de acesso se encarrega de remontar o sinal original combinando os sinais, além de levar em conta fatores como a reflexão do sinal por paredes e outros objetos. O uso do MIMO é um dos principais fatores que permite que os produtos 802.11n ofereçam uma taxa de transmissão e alcance maiores que os 802.11g.
Embora (no 802.11n) todas as antenas sejam usadas simultaneamente, o ponto de acesso é capaz de operar com apenas duas ou mesmo com uma única antena, mas nesse caso a velocidade de transmissão é reduzida, de forma que a idéia de substituir uma das antenas por uma antena direcional não funciona tão bem em redes 802.11n.
Continuando, temos as antenas parabólicas, que também captam o sinal em apenas uma direção, de forma ainda mais concentrada que as yagi, permitindo que sejam atingidas distâncias ainda maiores. A maioria das antenas parabólicas destinadas a redes WI-FI utilizam uma grelha metálica no lugar de um disco sólido, o que reduz o custo e evita que a antena seja balançada pelo vento, saindo de sua posição ideal. Por causa disso, elas são também chamadas de antenas de grelha, ou grid antennas, em inglês.
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A maioria das miniparabólicas disponíveis no mercado oferecem ganhos de 22 a 24 dBi, mas pesquisando é possível encontrar antenas com ganhos ainda maiores. Para uso profissional, existe também a opção de usar antenas parabólicas com refletor sólido, que oferecem ganhos de até 32 dBi. Entretanto, devido ao alto ganho, é muito difícil usar uma (legalmente) sem obter a licença apropriada junto à Anatel (veja mais detalhes sobre essa questão da legislação a seguir).
Usar uma antena de maior ganho aumenta tanto a capacidade de transmissão quanto de recepção do ponto de acesso, permitindo tanto que o sinal transmitido se propague por uma distância maior quanto que ele seja capaz de captar o sinal fraco de clientes distantes, desde que eles sejam instalados dentro do foco da antena (que se torna cada vez mais estreito conforme aumenta o ganho).
Ao criar links de longa distância, é necessário usar antenas de alto ganho tanto no ponto de acesso quanto no cliente, o que soma o ganho das duas antenas, aumentando exponencialmente o alcance. Em situações ideais, é possível criar links com 25 ou até mesmo 30 km, combinando duas antenas de alto ganho, perfeitamente alinhadas.
Uma curiosidade é que alguns fabricantes estão passando também a incorporar placas wireless USB às antenas, de forma a torná-las mais atrativas, permitindo que você instale a placa com a antena diretamente em uma porta USB disponível, sem precisar se preocupar com pigtails e conectores. Como os adaptadores wireless USB estão cada vez mais baratos, isso tende a se tornar mais comum.